segunda-feira, 16 de abril de 2007

Decisões...

A tomada de decisões é, de facto, uma temática complexa! Elas influenciam a visão que os outros têm sobre nós, muito embora, às vezes, isso é o que menos interessa, mas será que isso é independente das pessoas?

Acho que não, sobretudo quando diz respeito à nossa familia! A familia é algo que gostamos de ter em harmonia, com comportamentos calorosos que se traduzem em boa vontade de estar! Preservamos as relações porque são os que amamos...

Mas o inevitável acontece e embora tenhamos a maior das dedicações e a maior das satisfações em partilhar, é natural do humano magoar os outros. Acontece!

Não que se deva ficar estáticos a ver o que acontece, mas quando se está cansado de como as coisas correm, o que fazer? Deixamos de ser protagonistas para sermos figurantes de uma acção que nos envolve e da qual deixamos de ter total controle, porque... simplesmente... estamo-nos nas tintas para o que acontece a seguir...
A certeza, porém é de que uma escalada com o perigo e envolvência do Monte Everest vem ai! (risos) mas é inútil lutar, porque como se sobe, vai-se ter de descer... é apenas uma questão de saber – para quantos dias se levou os mantimentos :-) – para sabermos que o que se segue é um perigoso e moroso caminho que pode colocar tudo em risco... (onde estou a querer chegar com o exemplo???)

A questão é e julgo que todos nós experimentamos este efeito! As decisões são tomadas, nem sempre as melhores, mas o que acontece a seguir é um jogo de poder entre as emoções e o respeito que temos em nós próprios. Sairemos vitoriosos se conseguirmos conjugar as duas, destroçados se apelarmos descontroladamente por uma.

Vou dizer a verdade (!), eu apelo quase sempre ao respeito por mim! Gosto de me sentir coerente, contra tudo e todos, magoe que magoar, custe-me o que me custar... defeito ou virtude? Não tenho a certeza, acho que é mesmo FEITIO!!! Mas a verdade é que não há receita, porque é um jogo perigoso...

Porque se bem que consigo encontrar palavras para três resultados, um deles é um grande “question mark”! e o que sucederá poderá ser bem complicado de resolver (ou não!).

Mas o que tento transmitir é... Decisões... pufff! Só servem para nos tramar... Até!!

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