Acordo e levanto-me!
Faço a barba, visto-me..
Como qualquer coisa, tiro o carro da garagem e saio!
Chego á paragem do autocarro e apanho o autocarro que me levará para a outra margem, depois caminho até ao ginásio..
Volto a despir-me e ponho o fato de banho...
"splashh"
Largo o estado de sonambulismo, desperto para um novo dia..
Até aqui não vi ninguém, julgo que ninguém me viu!
Acordo, desperto com as minhas 40 a 60 piscinas! 30 minutos só meus, ninguém os tira!
Regresso aos balneários com sentimento de dever cumprido, tomo o banhinho, visto-me e vou pronto para mais um dia de trabalho.
São as novas mudanças que de há 1 mês para cá estou a fazer na minha rotina diária!!
Parece-me muito bem!
Até...
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Desilusões
Será que tu compreendes a satisfação que tem em combinar algo que é importante para nós e depois ver tudo a desmoronar-se sem que se tenha alternativa? Sabes o que é sentir que sempre que combino ou planeio fazer qualquer coisa que me vai dar gozo ver cair pelo chão? Saber que é necessário a intervenção das partes interessadas para resolver assuntos e não as conseguir colocar a bordo? Ver que tudo é sempre mais prioritário do que o que se está a trabalhar e no final do dia perguntar porque é que ainda não olhamos, não vimos e não fizemos as outras coisas? Ter de ouvir que é sempre muito complicado ...?
Pois então podes tentar entender um bocadinho como me sinto.
Depois ainda ter de ouvir outras coisas, sentir a desilusão que provoco (como já não chega a minha própria) e ter de voltar ao trabalho e encarar tudo como se nada fosse, não mostrar minimamente aborrecido, triste, desiludido, desapoiado… por tudo e por todos.
Estou mesmo muito em baixo, sinto uma grande vontade de chorar por tudo o que me acontece.. podes perguntar… e não almoçaste porquê? Porque tenho um nó que não me deixa meter nada na garganta, nem um golo de água…
Pois então podes tentar entender um bocadinho como me sinto.
Depois ainda ter de ouvir outras coisas, sentir a desilusão que provoco (como já não chega a minha própria) e ter de voltar ao trabalho e encarar tudo como se nada fosse, não mostrar minimamente aborrecido, triste, desiludido, desapoiado… por tudo e por todos.
Estou mesmo muito em baixo, sinto uma grande vontade de chorar por tudo o que me acontece.. podes perguntar… e não almoçaste porquê? Porque tenho um nó que não me deixa meter nada na garganta, nem um golo de água…
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Tempo...
Pois é, ainda que muito me agrade estar por aqui a escrever, a verdade é que o tempo que me leva a criar alguma inspiração para confidenciar por aqui é muito largo...
Isto é, demoro muito tempo para escrever qualquer coisa de jeito!!! ehehe
Mas o importante é ir marcando a presença, por isso...
Estou aqui!
Até..
Isto é, demoro muito tempo para escrever qualquer coisa de jeito!!! ehehe
Mas o importante é ir marcando a presença, por isso...
Estou aqui!
Até..
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Responsabilidades
Desde que somos pequenos temos a ânsia de crescer, sermos como os adultos… Podermos fazer o que os nossos pais fazem, adquir responsabilidade…
No fundo, não queremos mais nada do que nos afirmarmos, mostrarmos ao mundo que existimos e estamos presentes para fazer valer a nossa personalidade (mais do que jurídica!).
Pois é…
A verdade é que o equilíbrio acontece e passa muito mais rápido do que alguma vez possamos desejar..
A uns acontece mais cedo do que a outros, a outros não acontece mais cedo porque não deixam, mas é verdade que é inevitável que acaba por acontecer.
A responsabilidade sobre o que queremos, o que fazemos, o que desejamos, o que nos propomos acaba por acontecer, e por vezes cria proporções que nos assustam…
Para me dar a conhecer mais um bocadinho! Sempre fui daqueles que ansiei mais e mais responsabilidade, para mim sempre foi mais uma questão de desafio do que de afirmação, mas.. no fim do dia acho que acaba por ir dar tudo ao mesmo… A responsabilidade uma vez adquirida não vai nem pode ser transferida (sem os seus custos)…
Sempre gostei de trabalhar em stress e sempre consegui separar bem as coisas profissionais das pessoais, tendo sempre conseguido coordenar as coisas sem grandes problemas, até porque no último ano as tensões têm sido intercaladas entre um lado e outro!
Aqui à tempos, o que me aconteceu foi bom e mau!
Passo a explicar: Como sabem, mudei de emprego. Agora já integrado e a produzir, adquiri maiores responsabilidades, por força de contexto e por capacidade, mas o que acontece quando a equipa é limitada? Sobrecarrega-se.. Isto alimenta o ego de stress que gosto, mas simultaneamente precipita para o descontrole sobre o que tem de ser produzido para manter os timings correctos.. uff a gestão!
Enfim, mas surgiu numa altura em que simultaneamente recebia pressões para participar mais nas actividades de casa..
Claro que sim, uma das minhas prioridades a que não tenciono faltar, e condeno a quem o faça, afinal de contas sempre fui apologista de que tudo se consegue coordenar, basta conseguir levar as pessoas a aceitar.
Mas bom, o resultado foi uma noite de desespero! Tive uma breve crise existencial, em que tudo correu mal! Desde não conseguir despachar os meus objectivos pessoais para o dia, perder o autocarro, chatear-me com a minha metade e partir o prato do micro-ondas! Sim, fora o resto que já não me lembro…chegar à cama sem comer e perceber que tinha tido um dia REALMENTE MAU! Foi o que me bastou para desanimar da vida que estava a começar a ter.
Um ponto de viragem, porque SIM quero responsabilidade, mas SIM quero divertir e ter vida! Por isso, entrei em desespero..
Mas o que aconteceu??
Tudo se resolveu nessa mesma noite, porque me ouviram…
Relembrei porque nunca tive medo de assumir mais responsabilidade: porque acima de tudo, tenho uma grande amiga..
Até!!
No fundo, não queremos mais nada do que nos afirmarmos, mostrarmos ao mundo que existimos e estamos presentes para fazer valer a nossa personalidade (mais do que jurídica!).
Pois é…
A verdade é que o equilíbrio acontece e passa muito mais rápido do que alguma vez possamos desejar..
A uns acontece mais cedo do que a outros, a outros não acontece mais cedo porque não deixam, mas é verdade que é inevitável que acaba por acontecer.
A responsabilidade sobre o que queremos, o que fazemos, o que desejamos, o que nos propomos acaba por acontecer, e por vezes cria proporções que nos assustam…
Para me dar a conhecer mais um bocadinho! Sempre fui daqueles que ansiei mais e mais responsabilidade, para mim sempre foi mais uma questão de desafio do que de afirmação, mas.. no fim do dia acho que acaba por ir dar tudo ao mesmo… A responsabilidade uma vez adquirida não vai nem pode ser transferida (sem os seus custos)…
Sempre gostei de trabalhar em stress e sempre consegui separar bem as coisas profissionais das pessoais, tendo sempre conseguido coordenar as coisas sem grandes problemas, até porque no último ano as tensões têm sido intercaladas entre um lado e outro!
Aqui à tempos, o que me aconteceu foi bom e mau!
Passo a explicar: Como sabem, mudei de emprego. Agora já integrado e a produzir, adquiri maiores responsabilidades, por força de contexto e por capacidade, mas o que acontece quando a equipa é limitada? Sobrecarrega-se.. Isto alimenta o ego de stress que gosto, mas simultaneamente precipita para o descontrole sobre o que tem de ser produzido para manter os timings correctos.. uff a gestão!
Enfim, mas surgiu numa altura em que simultaneamente recebia pressões para participar mais nas actividades de casa..
Claro que sim, uma das minhas prioridades a que não tenciono faltar, e condeno a quem o faça, afinal de contas sempre fui apologista de que tudo se consegue coordenar, basta conseguir levar as pessoas a aceitar.
Mas bom, o resultado foi uma noite de desespero! Tive uma breve crise existencial, em que tudo correu mal! Desde não conseguir despachar os meus objectivos pessoais para o dia, perder o autocarro, chatear-me com a minha metade e partir o prato do micro-ondas! Sim, fora o resto que já não me lembro…chegar à cama sem comer e perceber que tinha tido um dia REALMENTE MAU! Foi o que me bastou para desanimar da vida que estava a começar a ter.
Um ponto de viragem, porque SIM quero responsabilidade, mas SIM quero divertir e ter vida! Por isso, entrei em desespero..
Mas o que aconteceu??
Tudo se resolveu nessa mesma noite, porque me ouviram…
Relembrei porque nunca tive medo de assumir mais responsabilidade: porque acima de tudo, tenho uma grande amiga..
Até!!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
(pouco) Correcto?
Festivais…
Este fim-de-semana fui ao Delta Tejo.
Já fui a vários concertos e alguns festivais, este não foi muito diferente…
Bons cantores, bom publico, enfim.. o tempo ainda foi o menos bom…
Mas não sei se é da organização ou dos próprios cantores e o facto dos palcos estarem muito perto…
O que acontecia é que a malta estava sempre a andar de um lado para o outro, e a deixar à vez um palco vazio, ou praticamente, uma vez que as partes finais dos concertos decorriam em simultâneo com o inicio dos outros, exigia assim uma carga extra de ânimo dos artistas que ao verem o publico debandarem para proximidades, sentiriam-se colocados em 2ª escolha.
Dada a proximidade dos palcos acho que poderiam esperar um pouco mais, por vezes era uma diferença de 5 min. o que bastaria para não acontecer situações destas…
Enfim, não sei organização ou impaciência de artista…
Não é correcto!
Até…
Este fim-de-semana fui ao Delta Tejo.
Já fui a vários concertos e alguns festivais, este não foi muito diferente…
Bons cantores, bom publico, enfim.. o tempo ainda foi o menos bom…
Mas não sei se é da organização ou dos próprios cantores e o facto dos palcos estarem muito perto…
O que acontecia é que a malta estava sempre a andar de um lado para o outro, e a deixar à vez um palco vazio, ou praticamente, uma vez que as partes finais dos concertos decorriam em simultâneo com o inicio dos outros, exigia assim uma carga extra de ânimo dos artistas que ao verem o publico debandarem para proximidades, sentiriam-se colocados em 2ª escolha.
Dada a proximidade dos palcos acho que poderiam esperar um pouco mais, por vezes era uma diferença de 5 min. o que bastaria para não acontecer situações destas…
Enfim, não sei organização ou impaciência de artista…
Não é correcto!
Até…
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Passa o tempo sem Desesperar
Pensar ou desesperar?
Porque quem espera sempre acaba por desesperar, porque quem desespera é porque pensou demais…
Acho que devem todos parar, não vale a pena desesperar e quem pensa de mais não age.
Se estas a pensar no que aqui se diz, não penses mais, porque no meio disto tudo, só para quem está a desesperar faz algum sentido.
Palavras soltas compostas de forma mais ou menos correcta, de forma a fazer pensar quem está a desesperar… é só mesmo uma forma de ocupar aquilo que de mais precioso se pode ter: O TEMPO!
E se julgas que o tempo não passa, preocupa-te em ocupá-lo, tendo por base 2 coisas bem simples: divertimento e bom gosto! Se parece que são uma só enganas-te, porque pode-se divertir bastante sem qualquer bom gosto e pode-se ter muito bom gosto e não se divertir nada…
Tenta balancear as 2 e vais ver o tempo voar, sem tempo para pensar se desesperas ou não!
Até!!
Porque quem espera sempre acaba por desesperar, porque quem desespera é porque pensou demais…
Acho que devem todos parar, não vale a pena desesperar e quem pensa de mais não age.
Se estas a pensar no que aqui se diz, não penses mais, porque no meio disto tudo, só para quem está a desesperar faz algum sentido.
Palavras soltas compostas de forma mais ou menos correcta, de forma a fazer pensar quem está a desesperar… é só mesmo uma forma de ocupar aquilo que de mais precioso se pode ter: O TEMPO!
E se julgas que o tempo não passa, preocupa-te em ocupá-lo, tendo por base 2 coisas bem simples: divertimento e bom gosto! Se parece que são uma só enganas-te, porque pode-se divertir bastante sem qualquer bom gosto e pode-se ter muito bom gosto e não se divertir nada…
Tenta balancear as 2 e vais ver o tempo voar, sem tempo para pensar se desesperas ou não!
Até!!
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Mudanças
Todos nós necessitamos de mudanças, para nos dar novo alento, para nos fazer reviver sentimentos e sensações que tínhamos esquecido, ou simplesmente ainda não experimentado.
Uns fogem à mudança, mas eu não! Gosto de variar, gosto de ter acesso a novas experiências, retornar ao que já senti: insegurança, mas com conforto; desconhecimento; humildade; …
Partilho a ideia de que é a altura em que eventualmente seremos valorizados, sim porque todos nós parecemos não querer valorizar as pessoas quando elas ainda estão presentes, mas é a realidade humana...
Enfim, tudo em mudança é sobre adaptação, a uma nova realidade, a novos comportamentos, a novas pessoas, a novos ambientes, a novos espaços, novos meios…
No fundo é um processo de auto-modelação!
Na semana passada mudei! Mudei de emprego, mudei de espaço, mudei de colegas, mudei de posição, mudei de meios de transporte, mudei de localização… Sinto que mudei!!
Mudei por uma aposta no futuro, mais uma! Afinal embora nunca cheguemos ao futuro, porque ele teima em nos fugir, fazemos um montão de coisas só a pensar nele! :-)
Mas há coisas que não mudam! A nossa história, os amigos que fazemos, os contactos e as relações que se estabelecem. Por isso, ainda que muitas das pessoas com quem não trabalhei possam não vir a ler isto, quero que saibam que: Fizeram a minha anterior aposta valer a pena! Obrigado aos que estavam e aos que ficaram (alguns!).
Uns fogem à mudança, mas eu não! Gosto de variar, gosto de ter acesso a novas experiências, retornar ao que já senti: insegurança, mas com conforto; desconhecimento; humildade; …
Partilho a ideia de que é a altura em que eventualmente seremos valorizados, sim porque todos nós parecemos não querer valorizar as pessoas quando elas ainda estão presentes, mas é a realidade humana...
Enfim, tudo em mudança é sobre adaptação, a uma nova realidade, a novos comportamentos, a novas pessoas, a novos ambientes, a novos espaços, novos meios…
No fundo é um processo de auto-modelação!
Na semana passada mudei! Mudei de emprego, mudei de espaço, mudei de colegas, mudei de posição, mudei de meios de transporte, mudei de localização… Sinto que mudei!!
Mudei por uma aposta no futuro, mais uma! Afinal embora nunca cheguemos ao futuro, porque ele teima em nos fugir, fazemos um montão de coisas só a pensar nele! :-)
Mas há coisas que não mudam! A nossa história, os amigos que fazemos, os contactos e as relações que se estabelecem. Por isso, ainda que muitas das pessoas com quem não trabalhei possam não vir a ler isto, quero que saibam que: Fizeram a minha anterior aposta valer a pena! Obrigado aos que estavam e aos que ficaram (alguns!).
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Açores
Estou nos Açores, bela terra..
Infelizmente os motivos que cá me trouxeram não foi turismo, mas sim work!! Tudo correu bem, mas estou cansado, no fim do dia uma boa noticia, a que consegui antecipar o voo de regresso e ainda hoje estou em casa…
Mas, enfim, nestes momentos vemos o que é solidão. Sentado nas cadeiras na sala de embarque, já cá estou a 1h e ainda vou ter de esperar 1h+! Comigo estão mais 7 pessoas, em que apenas 1 é mulher e 2 não estão com o pc ligado!
Mas estranhamente todos estão calados, sem relações, SOZINHOS!! É estranho..
A solidão é impressionante, compensa os momentos em que de facto queremos estar sozinhos, mas mais do que isso serve também para criar um armazém dela que por agora já chega! Pelo menos a insular.. ehehe
Acho que estar sozinho em casa, na nossa casa, nos nossos sítios, à nossa vontade é uma coisa, estar sozinho num sitio completamente à parte de tudo é outra coisa diferente…
Mas até que se passou bem, com o sentimento de dever cumprido.
Por isso…
Vou voar e se estão a ver é porque cheguei bem… eheh
Até!!
Infelizmente os motivos que cá me trouxeram não foi turismo, mas sim work!! Tudo correu bem, mas estou cansado, no fim do dia uma boa noticia, a que consegui antecipar o voo de regresso e ainda hoje estou em casa…
Mas, enfim, nestes momentos vemos o que é solidão. Sentado nas cadeiras na sala de embarque, já cá estou a 1h e ainda vou ter de esperar 1h+! Comigo estão mais 7 pessoas, em que apenas 1 é mulher e 2 não estão com o pc ligado!
Mas estranhamente todos estão calados, sem relações, SOZINHOS!! É estranho..
A solidão é impressionante, compensa os momentos em que de facto queremos estar sozinhos, mas mais do que isso serve também para criar um armazém dela que por agora já chega! Pelo menos a insular.. ehehe
Acho que estar sozinho em casa, na nossa casa, nos nossos sítios, à nossa vontade é uma coisa, estar sozinho num sitio completamente à parte de tudo é outra coisa diferente…
Mas até que se passou bem, com o sentimento de dever cumprido.
Por isso…
Vou voar e se estão a ver é porque cheguei bem… eheh
Até!!
terça-feira, 22 de maio de 2007
Altos e Baixos
Já há muito tempo que não escrevia!! A verdade é que tenho tido pouco tempo para dedicar ao meu blog e a mim...
Mas todos precisamos do nosso tempo, por isso… Cá vai:
Acho que todos de vez em quando estamos um pouco em baixo, aliás foi isso que me motivou o inicio do blog. Mas todos temos de ter uma força interior que necessitamos de recarregar para avançar com tudo e todos, mesmo que não tenhamos qualquer vontade..
- Ah e tal…
- Ah e tal, NADA! Temos de ir pra frente, claro que os amigos, grandes companheiros de viagem estarão por perto para certificar que isso acontece, mas não se pode ir abaixo..
Por vezes tenho essa vontade, desistir de tudo e ver o que vai dar, mas logo concluo que não ia dar nada de jeito, nem para mim, nem para as pessoas de quem gosto! Porque se desisto, viro o quê? Nem sei bem, a verdade é que vivemos para lutar, por objectivos, pela nossa ambição, pelas nossas coisas, pelo nosso espaço… de facto, a vida não é difícil, difícil é descobrir o modo certo de lutar pelo que queremos, e isso só aprendemos levando porrada de muita gente e muitos lados, por vezes até ao mesmo tempo!
Não há que ter medo, porque havemos de descobrir “o” caminho a percorrer. Acredito num ciclo de vida, que tem “altos” e “baixos”, a felicidade encontra-se no balancear para os “altos” e a tristeza no balanceio para os “baixos”. Só temos de certificar que tornamos os “baixos” mais curtos e longínquos possível e tudo vai correr bem…
Aos outros, os que não conseguem afastar os “baixos” agarrem as mãos amigas para lutarem por vocês e “sacarem” para bem alto.. Uma vez em cima tenham a clarividência de mudar a direcção de descer a montanha! (a comparação torna-se difícil, eu sei… mas mais difícil é a aplicação!)
O meu exemplo? Tenho 2 escapes: o trabalho; a casa. São dois espaços distintos e sagrados, em que faço questão de não misturar, claro que 1 sempre afecta o outro, mas torna-se mais evidente o que está bem do que o que não está. Quando os dois se tornam complicados, há sempre o percurso intermédio que tem de dar para resolver…
A musiquinha é sempre boa companheira, mas a verdade é que mesmo quando estou sozinho sinto que posso sempre contar com os meus amigos…
Até!!
Mas todos precisamos do nosso tempo, por isso… Cá vai:
Acho que todos de vez em quando estamos um pouco em baixo, aliás foi isso que me motivou o inicio do blog. Mas todos temos de ter uma força interior que necessitamos de recarregar para avançar com tudo e todos, mesmo que não tenhamos qualquer vontade..
- Ah e tal…
- Ah e tal, NADA! Temos de ir pra frente, claro que os amigos, grandes companheiros de viagem estarão por perto para certificar que isso acontece, mas não se pode ir abaixo..
Por vezes tenho essa vontade, desistir de tudo e ver o que vai dar, mas logo concluo que não ia dar nada de jeito, nem para mim, nem para as pessoas de quem gosto! Porque se desisto, viro o quê? Nem sei bem, a verdade é que vivemos para lutar, por objectivos, pela nossa ambição, pelas nossas coisas, pelo nosso espaço… de facto, a vida não é difícil, difícil é descobrir o modo certo de lutar pelo que queremos, e isso só aprendemos levando porrada de muita gente e muitos lados, por vezes até ao mesmo tempo!
Não há que ter medo, porque havemos de descobrir “o” caminho a percorrer. Acredito num ciclo de vida, que tem “altos” e “baixos”, a felicidade encontra-se no balancear para os “altos” e a tristeza no balanceio para os “baixos”. Só temos de certificar que tornamos os “baixos” mais curtos e longínquos possível e tudo vai correr bem…
Aos outros, os que não conseguem afastar os “baixos” agarrem as mãos amigas para lutarem por vocês e “sacarem” para bem alto.. Uma vez em cima tenham a clarividência de mudar a direcção de descer a montanha! (a comparação torna-se difícil, eu sei… mas mais difícil é a aplicação!)
O meu exemplo? Tenho 2 escapes: o trabalho; a casa. São dois espaços distintos e sagrados, em que faço questão de não misturar, claro que 1 sempre afecta o outro, mas torna-se mais evidente o que está bem do que o que não está. Quando os dois se tornam complicados, há sempre o percurso intermédio que tem de dar para resolver…
A musiquinha é sempre boa companheira, mas a verdade é que mesmo quando estou sozinho sinto que posso sempre contar com os meus amigos…
Até!!
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Criticas…
Todos criticam, é certo, mas o outro lado da verdade é que tambem todos são criticados...
A meu ver, o que se passa é que todas as criticas são faceis de dizer, qualquer comentário, qualquer exemplo, mesmo que dito de forma inocente pode ser uma critica fugaz.
Mas, simultaneamente todas as criticas são difíceis de ouvir... Ninguém gosta de ser criticado, de ser apontado, alvo de chacota...
Por vezes, alguns mais cinicos dizem: "todas as criticas são boas" mas a verdade é que não passa de uma frase feita, de um refúgio, uma frase que, de significado próprio tem muito pouco, mas...
Existem também os que, como eu na maioria das vezes (!), são toda uma vida, ávidos por conhecer, por ouvir, por saber. Isso sim, esse é o fenómeno que consegue transformar uma critica destrutiva em uma da qual se tira uma lição... Mais que não seja, a que se deixa de poder contar com o critico :-)...
Pensado sobre o tema julgo que a verdadeira resposta surge sobre o âmbito da critica, i.e. se diz respeito aos sentimentos, se diz respeito ao trabalho, se à vida familiar, aos comportamentos... E nesse âmbito, tudo o que é de um foro mais intimista torna-se muito mais difícil de aceitar... Tão mais doloroso...
No entanto, devemos ter consciente que nem tudo o que ouvimos em conversas corriqueiras, em trocas de galhardetes, em convivio, em diversas situações da vida, são providas de intenção de critica...
E o equilíbrio com nós próprios disso é revelador. I.e. considero que se nos tivermos em boa consideração, seremos capazes de definir melhor essas conversas "inocentes" e usufruir livremente dos prazeres das mesmas, do convívio, das brincadeiras...
No fundo, quando respeita a criticas, venham de onde vierem, sobre o que forem tudo o que precisamos é de uma boa dose de autoconfiança... E essa só se ganha por nós proprios, porque a que nos é incutida por outros tão depressa nos é dada, como a tiram de seguida.
Até!!
A meu ver, o que se passa é que todas as criticas são faceis de dizer, qualquer comentário, qualquer exemplo, mesmo que dito de forma inocente pode ser uma critica fugaz.
Mas, simultaneamente todas as criticas são difíceis de ouvir... Ninguém gosta de ser criticado, de ser apontado, alvo de chacota...
Por vezes, alguns mais cinicos dizem: "todas as criticas são boas" mas a verdade é que não passa de uma frase feita, de um refúgio, uma frase que, de significado próprio tem muito pouco, mas...
Existem também os que, como eu na maioria das vezes (!), são toda uma vida, ávidos por conhecer, por ouvir, por saber. Isso sim, esse é o fenómeno que consegue transformar uma critica destrutiva em uma da qual se tira uma lição... Mais que não seja, a que se deixa de poder contar com o critico :-)...
Pensado sobre o tema julgo que a verdadeira resposta surge sobre o âmbito da critica, i.e. se diz respeito aos sentimentos, se diz respeito ao trabalho, se à vida familiar, aos comportamentos... E nesse âmbito, tudo o que é de um foro mais intimista torna-se muito mais difícil de aceitar... Tão mais doloroso...
No entanto, devemos ter consciente que nem tudo o que ouvimos em conversas corriqueiras, em trocas de galhardetes, em convivio, em diversas situações da vida, são providas de intenção de critica...
E o equilíbrio com nós próprios disso é revelador. I.e. considero que se nos tivermos em boa consideração, seremos capazes de definir melhor essas conversas "inocentes" e usufruir livremente dos prazeres das mesmas, do convívio, das brincadeiras...
No fundo, quando respeita a criticas, venham de onde vierem, sobre o que forem tudo o que precisamos é de uma boa dose de autoconfiança... E essa só se ganha por nós proprios, porque a que nos é incutida por outros tão depressa nos é dada, como a tiram de seguida.
Até!!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Faz falta...
Ao longo do dia sentimos tantas vezes falta... Questionamo-nos tantas vezes do que falta..
Ainda assim, muitos não têm consciência do contributo que dão para incutir esse sentimento nos outros. Fazem falta porque tiram, fazem falta porque não estão presentes, fazem falta porque é bom, é confortável, é agradável tê-los perto de nós, à nossa vista, a viver connosco.
Mas como se não bastasse, por vezes, não são os outros que afastam o que nos faz falta, mas sim as próprias coisas que se nos afastam do horizonte, e isso custa.
Custa muito, mas não tanto como o afastamento de uma pessoa, que por sua própria vontade ou desespero se vai.. Embora? Não.. ou talvez sim, mas não porque tenha de ir, simplesmente porque... foi!
Há o que falte por momentos e o que jamais volta, qual dos dois nos comove mais? Eu acho que é o que vem e volta, porque o que vai de vez, pode atormentar-nos uma vida, mas, quer queiramos, quer não, ao fim de algum tempo apercebemo-nos de que não há regresso e cai em hábito.
Não é que não nos lembremos, apenas torna-se costume viver-mos com a falta e não nos impressiona o tormento que sentimos.
Mas, o que está sempre a ir e vir, como as ondas do mar, corrói, danifica, melindra, tormenta eternamente de uma forma consumista, retira a vontade de viver na ânsia de voltar a ter, de voltar a ver, de voltar a estar com o que falta, porque só assim nos sentiríamos bem, confortáveis, satisfeitos.
Assim é a falta que a família nos faz, das pessoas que durante a nossa vida família se fazem.
Mas, pensar apenas no que nos faz falta é egoísta demais! Ou talvez não...
Mas a verdade é que haverá sempre qualquer coisa animada ou inanimada que precisa de nós, que necessita que estejamos perto para que também se sinta bem.
Algo ou alguém que não compreende porque temos de ir, tal como tiveram de ir quando gostávamos que ficasse, mas que compreenderá que irá ter – Falta! E que daria tudo ou quase tudo para não a sentir.
Até!!
Ainda assim, muitos não têm consciência do contributo que dão para incutir esse sentimento nos outros. Fazem falta porque tiram, fazem falta porque não estão presentes, fazem falta porque é bom, é confortável, é agradável tê-los perto de nós, à nossa vista, a viver connosco.
Mas como se não bastasse, por vezes, não são os outros que afastam o que nos faz falta, mas sim as próprias coisas que se nos afastam do horizonte, e isso custa.
Custa muito, mas não tanto como o afastamento de uma pessoa, que por sua própria vontade ou desespero se vai.. Embora? Não.. ou talvez sim, mas não porque tenha de ir, simplesmente porque... foi!
Há o que falte por momentos e o que jamais volta, qual dos dois nos comove mais? Eu acho que é o que vem e volta, porque o que vai de vez, pode atormentar-nos uma vida, mas, quer queiramos, quer não, ao fim de algum tempo apercebemo-nos de que não há regresso e cai em hábito.
Não é que não nos lembremos, apenas torna-se costume viver-mos com a falta e não nos impressiona o tormento que sentimos.
Mas, o que está sempre a ir e vir, como as ondas do mar, corrói, danifica, melindra, tormenta eternamente de uma forma consumista, retira a vontade de viver na ânsia de voltar a ter, de voltar a ver, de voltar a estar com o que falta, porque só assim nos sentiríamos bem, confortáveis, satisfeitos.
Assim é a falta que a família nos faz, das pessoas que durante a nossa vida família se fazem.
Mas, pensar apenas no que nos faz falta é egoísta demais! Ou talvez não...
Mas a verdade é que haverá sempre qualquer coisa animada ou inanimada que precisa de nós, que necessita que estejamos perto para que também se sinta bem.
Algo ou alguém que não compreende porque temos de ir, tal como tiveram de ir quando gostávamos que ficasse, mas que compreenderá que irá ter – Falta! E que daria tudo ou quase tudo para não a sentir.
Até!!
sábado, 5 de maio de 2007
Mãe
De certeza que ser mãe a 100% é difícil, mas é uma tarefa que muitas mulheres estão dispostas a aceitar.
Grande dom, o de dar a vida!
A vida dos pequeninos começa, e desenvolve-se e a certa altura anseiam por voos mais altos, para partirem para a sua vida.
E, se antes de partirem, as zangas eram algumas, todas elas tinham a pressão do dia-a-dia, todos os dias filho e mãe se cruzam e todos os dias convivem…
Isso tende a facilitar a resolução de conflitos, sejam conflitos de amor, sejam conflitos de interesse, sejam conflitos de perspectiva…
Conflitos! São o que são, muitas vezes não têm importância, mas outras vezes fazem toda a diferença.
É um tema complicado que tento sempre fugir, o que acontece é que quando se sai de casa, queremos o nosso espaço, a nossa vida, as nossas coisas, enfim criar a nossa realidade. Não que os pais, em concreto a mãe deixe de fazer parte dela, NUNCA o deixará! Mas a realidade altera-se.
Para alguns de nós – filhos – para estarmos sozinhos, para outros para termos uma companhia “perfeita”. E, claro, como consequência começamos a pensar de maneira diferente. Em especial, no último caso, é preciso dar a consciência de que existem 2 mães, ou supostamente assim deveria ser, acrescentando dificuldade à gestão de relações. Mas acima de tudo é preciso ter a consciência que por vezes são os próprios filhos que não se querem aproximar demais.
Não quando são sempre contrariados, não quando nunca têm razão, não quando nunca podem falar, não quando se sentem recriminados, não quando são apontados, não quando NUNCA são ignorados.
Por vezes gostava de ser ignorado, que as minhas atitudes pudessem ser ignoradas, que não magoassem, que simplesmente as pudesse tomar sem consequências, porque de facto, todos temos de fazer a nossa vontade de vez em quando.
Hoje estou chateado com a minha mãe, sim! Porque será que nunca sou capaz de lhe fazer entender que muitas das decisões que a magoam sou eu que as tomo de livre vontade, porque será que ela não entende que, às vezes, os filhos são os “maus da fita”, porque será que não aceita as decisões que se tomam.
Muitas atitudes que recebo, das coisas que oiço no meu dia-a-dia chateiam-me, aborrecem-me, magoam-me, desiludem-me e não é por causa disso que desato a falar mal com todos, que repercuto as minhas atitudes em todos (ou só numa determinada pessoa)!
A vida é assim, e a maior parte das mães devia saber como reagir, afinal de contas já fizeram algo parecido com as mães delas.
Acredito que o desejo seja de ter sempre os filhos perto, mas chega uma altura que é necessário cortar o cordão umbilical que liga não à 9 meses, mas por vezes à mais de 20 anos! E há que deixar ir, porque na verdade a relação altera-se, mas só vai para pior se quisermos manter a corrente intacta, há que saber modular a relação e aceitar que nem sempre se pode estar junto, nem sempre se pode ter… Mesmo que isso aconteça nos dias que são nos são mais importantes..
Mãe, tu és a 365 dias/ano, mas já acontecem muitos anos que não me tens a 365 dias/ano, a questão que se deve levantar não é se estou presente nos dias que queres/gostarias, mas sim na boa vivência e no desfrutar dos momentos que nos encontramos, não achas?
Até!!
Grande dom, o de dar a vida!
A vida dos pequeninos começa, e desenvolve-se e a certa altura anseiam por voos mais altos, para partirem para a sua vida.
E, se antes de partirem, as zangas eram algumas, todas elas tinham a pressão do dia-a-dia, todos os dias filho e mãe se cruzam e todos os dias convivem…
Isso tende a facilitar a resolução de conflitos, sejam conflitos de amor, sejam conflitos de interesse, sejam conflitos de perspectiva…
Conflitos! São o que são, muitas vezes não têm importância, mas outras vezes fazem toda a diferença.
É um tema complicado que tento sempre fugir, o que acontece é que quando se sai de casa, queremos o nosso espaço, a nossa vida, as nossas coisas, enfim criar a nossa realidade. Não que os pais, em concreto a mãe deixe de fazer parte dela, NUNCA o deixará! Mas a realidade altera-se.
Para alguns de nós – filhos – para estarmos sozinhos, para outros para termos uma companhia “perfeita”. E, claro, como consequência começamos a pensar de maneira diferente. Em especial, no último caso, é preciso dar a consciência de que existem 2 mães, ou supostamente assim deveria ser, acrescentando dificuldade à gestão de relações. Mas acima de tudo é preciso ter a consciência que por vezes são os próprios filhos que não se querem aproximar demais.
Não quando são sempre contrariados, não quando nunca têm razão, não quando nunca podem falar, não quando se sentem recriminados, não quando são apontados, não quando NUNCA são ignorados.
Por vezes gostava de ser ignorado, que as minhas atitudes pudessem ser ignoradas, que não magoassem, que simplesmente as pudesse tomar sem consequências, porque de facto, todos temos de fazer a nossa vontade de vez em quando.
Hoje estou chateado com a minha mãe, sim! Porque será que nunca sou capaz de lhe fazer entender que muitas das decisões que a magoam sou eu que as tomo de livre vontade, porque será que ela não entende que, às vezes, os filhos são os “maus da fita”, porque será que não aceita as decisões que se tomam.
Muitas atitudes que recebo, das coisas que oiço no meu dia-a-dia chateiam-me, aborrecem-me, magoam-me, desiludem-me e não é por causa disso que desato a falar mal com todos, que repercuto as minhas atitudes em todos (ou só numa determinada pessoa)!
A vida é assim, e a maior parte das mães devia saber como reagir, afinal de contas já fizeram algo parecido com as mães delas.
Acredito que o desejo seja de ter sempre os filhos perto, mas chega uma altura que é necessário cortar o cordão umbilical que liga não à 9 meses, mas por vezes à mais de 20 anos! E há que deixar ir, porque na verdade a relação altera-se, mas só vai para pior se quisermos manter a corrente intacta, há que saber modular a relação e aceitar que nem sempre se pode estar junto, nem sempre se pode ter… Mesmo que isso aconteça nos dias que são nos são mais importantes..
Mãe, tu és a 365 dias/ano, mas já acontecem muitos anos que não me tens a 365 dias/ano, a questão que se deve levantar não é se estou presente nos dias que queres/gostarias, mas sim na boa vivência e no desfrutar dos momentos que nos encontramos, não achas?
Até!!
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Net adventure
Comprei um Zapp! Não que isso seja um feito extraordinário, mas o acontecimento que presenciei é!
Como qualquer pessoa menos medrosa da Internet, adquiri o equipamento na Internet e, passados 2 dias o extraordinário tinha acontecido! Ele chegou!!! Eheh fui aos CTT para o levantar e assim que abro o pacote sinto que algo não estava a correr bem!
Pois é, o pacote vinha incompleto, aparentemente o handling procedeu mal e usurpou um cabo de ligação USB. Com efeito liguei de imediato para o contact center para conseguir ter o dito da forma mais expedita possível. Do outro lado atendeu um mocito que se prontificou a enviar-me o cabo… por CTT!!! Eu disse “pois, mas isso demora-me mais 2 dias, e como estamos perto do fim de semana… passa para a próxima semana!” sem resposta pronta, permitiu que me dirigisse às instalações para levantar o cabo.
Assim fiz. Hoje saí na minha hora de almoço para lá ir, a uma “loja” que me tinham dito não fechar na hora de almoço! Bem quando cheguei lá, aquilo era um edifício de escritórios, e quando cheguei à secretária do piso deparei-me com o feitio de alguém que não encontrava a algum tempo.
“A responsável não está, saiu para almoço, será que não pode voltar mais tarde?” Bolas!! Numa empresa de telecomunicações, um cliente que compra na Net, supostamente porque não se quer incomodar a ir a uma loja, vai lá ter com eles e ainda tem de regressar!!
“Não!!” - respondi-lhe - “sabe eu sou de fora de Lisboa, vim cá de propósito, só preciso da porcaria de um cabo e não pode ir buscar um e dar-me? Ligar, se apenas precisa da autorização?!”
“Imagine que ela foi a Rio de Mouro, ela não vai voltar!” bem passei-me! “pois olhe eu não tenho de imaginar nada, sou um cliente e têm de assegurar que o vosso serviço não pára”
Bem entretanto ela ia a outra divisão procurar por alguém para lhe tirar o sufoco, e felizmente andava por ali outro responsável de um outro produto! O Frederico, esse sim safou-me ao ver a minha cara de desespero ao olhar para aquela incompetente. Agarrou no telefone e ligou à colega que lhe deu autorização para dar o cabo e 2 min. depois estava fora dali!
De facto é o que se passa nas empresas portuguesas! Existe sempre uma pacóvia que nem pensa que quem lhe paga os ordenados são os clientes, eles devem merecer o nosso respeito e prontidão de resposta…
Imaginava a Zapp uma empresa orientada para o futuro e sem celeumas para tomar decisões (ou para as pedir) invés disso, encontrei no meu primeiro contacto com a empresa uma fonte de problemas e criação de barreiras. Com muitas daquelas se leva um país ao fundo!
Bem uma aventura que me custou 2 horas e 20s e tais kms.
Até!!
Como qualquer pessoa menos medrosa da Internet, adquiri o equipamento na Internet e, passados 2 dias o extraordinário tinha acontecido! Ele chegou!!! Eheh fui aos CTT para o levantar e assim que abro o pacote sinto que algo não estava a correr bem!
Pois é, o pacote vinha incompleto, aparentemente o handling procedeu mal e usurpou um cabo de ligação USB. Com efeito liguei de imediato para o contact center para conseguir ter o dito da forma mais expedita possível. Do outro lado atendeu um mocito que se prontificou a enviar-me o cabo… por CTT!!! Eu disse “pois, mas isso demora-me mais 2 dias, e como estamos perto do fim de semana… passa para a próxima semana!” sem resposta pronta, permitiu que me dirigisse às instalações para levantar o cabo.
Assim fiz. Hoje saí na minha hora de almoço para lá ir, a uma “loja” que me tinham dito não fechar na hora de almoço! Bem quando cheguei lá, aquilo era um edifício de escritórios, e quando cheguei à secretária do piso deparei-me com o feitio de alguém que não encontrava a algum tempo.
“A responsável não está, saiu para almoço, será que não pode voltar mais tarde?” Bolas!! Numa empresa de telecomunicações, um cliente que compra na Net, supostamente porque não se quer incomodar a ir a uma loja, vai lá ter com eles e ainda tem de regressar!!
“Não!!” - respondi-lhe - “sabe eu sou de fora de Lisboa, vim cá de propósito, só preciso da porcaria de um cabo e não pode ir buscar um e dar-me? Ligar, se apenas precisa da autorização?!”
“Imagine que ela foi a Rio de Mouro, ela não vai voltar!” bem passei-me! “pois olhe eu não tenho de imaginar nada, sou um cliente e têm de assegurar que o vosso serviço não pára”
Bem entretanto ela ia a outra divisão procurar por alguém para lhe tirar o sufoco, e felizmente andava por ali outro responsável de um outro produto! O Frederico, esse sim safou-me ao ver a minha cara de desespero ao olhar para aquela incompetente. Agarrou no telefone e ligou à colega que lhe deu autorização para dar o cabo e 2 min. depois estava fora dali!
De facto é o que se passa nas empresas portuguesas! Existe sempre uma pacóvia que nem pensa que quem lhe paga os ordenados são os clientes, eles devem merecer o nosso respeito e prontidão de resposta…
Imaginava a Zapp uma empresa orientada para o futuro e sem celeumas para tomar decisões (ou para as pedir) invés disso, encontrei no meu primeiro contacto com a empresa uma fonte de problemas e criação de barreiras. Com muitas daquelas se leva um país ao fundo!
Bem uma aventura que me custou 2 horas e 20s e tais kms.
Até!!
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Aparências
Aparências, essa coisa de metido a burguês, ou nem tanto que ilude os demais que vivem connosco, trabalham connosco, comem connosco...
Aquilo que é capaz de levar-nos a fazer disparates e no fundo que condiciona tudo o que fazemos, sem quê nem porque!
É duro, porque quem olha apenas a aparências é iludido, iludido pela beleza, iludido pela riqueza, iludido pela moda..
Será que as aparências fazem sentido de existir? Pergunto que tipo de vontade deverá surgir quando uma mulher olha um ricaço horrível na rua! “Olha aquele jeitoso!” ou “Olha pá quilo, feio mas cheio de dinheiro!”
Porque será que algumas acham que vale a pena o esforço de aturar um homem apenas pela aparência que este lhes pode proporcionar.
Atenção: o mesmo vale para o sexo oposto..
Eu olho, claro, mentia se dissesse que não via a aparência das pessoas, não julgasse pela aparência, mas existe tanto mais... Muito mais que a bela ou feia aparência.
Se há coisas que gosto é de criar uma barreira à minha volta, daquelas que julgam o que sabem o que penso, mas apenas estão a ser iludidos, pela minha aparência de bem estar, pela minha aparência de pessoa forte, bem formada e segura de si própria, quando no fundo, por vezes, sinto-me mais pequenino que um palito, mais fraco que uma varinha e inseguro que um pedaço de madeira podre, mas daqueles bem podres quase em pó!
Pensam e falam comigo, mas toda a minha experiência em conversas resume-se a 2 palavras: perca tempo! Pois são daquelas conversas épicas, cheias de floreados e circulantes, mas que nada adiantam, nada se conclui, nada se crava senão a dor, a dor e angustia de ver que tudo o que se disse, tudo o que se destapou de nada adiantou e ainda nos tornou mais vulneráveis, mais despidos de nós, do nosso orgulho e do prazer que sentimos ao manter a aparência.
É como que uma racha que se abre no muro que erguemos, comprometendo toda a sua estabilidade, todo o seu esplendor, sem nunca sabermos se o vamos conseguir restaurar, se vai resistir à próxima intempérie. Valerá a pena o esforço? Numa vida já de si tão curta!
Aquilo que é capaz de levar-nos a fazer disparates e no fundo que condiciona tudo o que fazemos, sem quê nem porque!
É duro, porque quem olha apenas a aparências é iludido, iludido pela beleza, iludido pela riqueza, iludido pela moda..
Será que as aparências fazem sentido de existir? Pergunto que tipo de vontade deverá surgir quando uma mulher olha um ricaço horrível na rua! “Olha aquele jeitoso!” ou “Olha pá quilo, feio mas cheio de dinheiro!”
Porque será que algumas acham que vale a pena o esforço de aturar um homem apenas pela aparência que este lhes pode proporcionar.
Atenção: o mesmo vale para o sexo oposto..
Eu olho, claro, mentia se dissesse que não via a aparência das pessoas, não julgasse pela aparência, mas existe tanto mais... Muito mais que a bela ou feia aparência.
Se há coisas que gosto é de criar uma barreira à minha volta, daquelas que julgam o que sabem o que penso, mas apenas estão a ser iludidos, pela minha aparência de bem estar, pela minha aparência de pessoa forte, bem formada e segura de si própria, quando no fundo, por vezes, sinto-me mais pequenino que um palito, mais fraco que uma varinha e inseguro que um pedaço de madeira podre, mas daqueles bem podres quase em pó!
Pensam e falam comigo, mas toda a minha experiência em conversas resume-se a 2 palavras: perca tempo! Pois são daquelas conversas épicas, cheias de floreados e circulantes, mas que nada adiantam, nada se conclui, nada se crava senão a dor, a dor e angustia de ver que tudo o que se disse, tudo o que se destapou de nada adiantou e ainda nos tornou mais vulneráveis, mais despidos de nós, do nosso orgulho e do prazer que sentimos ao manter a aparência.
É como que uma racha que se abre no muro que erguemos, comprometendo toda a sua estabilidade, todo o seu esplendor, sem nunca sabermos se o vamos conseguir restaurar, se vai resistir à próxima intempérie. Valerá a pena o esforço? Numa vida já de si tão curta!
quinta-feira, 19 de abril de 2007
As manhãs… (parte 2)
Adoro aquele Km… pela fresquinha, olho para as pessoas, vejo a agitação do dia na cidade, de facto é algo que apenas vejo porque – venho de transportes – mas dá satisfação.Não tinha dito ainda, mas o meu jeito é de olhar para os OLHOS das pessoas, todos, para onde olho logo é os olhos (tara? Não! ;P)
Mas o resultado é giro e interessante, porque todas as pessoas têm curiosidade em ver para onde os outros estão a olhar, mas ninguém é capaz de cruzar o olhar… é algo que por qualquer motivo nos intimida, parece que é um código que muitos têm implícito e respeitam sem questionar.
Em particular as raparigas, elas devem de facto ser fustigadas por menções, apupos, 2as intenções. Como consequência tendem a rejeitar qualquer contacto visual, a tal ponto que mesmo que vá com óculos escuros (não se vê para onde olho) tendem a virar a cara para o lado onde não está ninguém… Porque será! (não, acho que não tenho mau aspecto… eheeh i.e. não alguém que seja necessário desviar o olhar para não ver eheheh)
Mas seguindo a rua, chegamos às passadeiras… outro fenómeno! Todos querem estar na linha da frente, e por isso estão disponíveis a lutar pelo lugar, tentam empurrar, “furar” para estarem na frente e serem os primeiro a passar as zebras no chão.. ehehe
A comparação que faço é um combate, em que o embate se dá no meio da estrada, desvia para a direita, desvia para a esquerda… Ups desviaram para o mesmo lado! E uma vez no outro lado.. “são e salvo” voltam ao passo compassado lento e decadente! Uns a falar com os do lado, outros a falarem sozinhos, outros ainda a cantarem…
Já cheguei a fazer o trajecto de Metro, mas tudo se agravava, é fabulástico os milhares de pessoas que estão na plataforma, depois temos sempre que deixar passar 1 para que consigamos entrar com algum conforto, olhamos para dentro e vemos que todos os que entram têm intenção de serem um apêndice do pilar que se encontra à frente da porta, não deixando muita alternativa aos outros que senão ficarem encostados e esmagados contra a porta, recebendo o embate dos que vêm a correr e se atiram para a porta já cheia.
Com tudo isto, a opção de ir a pé parece-me muito mais atractiva e engraçada…
Bom onde quero chegar… Ando um bocado cansado de reparar em tudo isto… Sinto que preciso de uma alteração… Uma lufada de ar… de outros ares, bem mais divertidos…
Ainda bem que o fim de semana está ai. Bom fim de semana, até!!
Foto: http://www.lisbonphotos.net/component/option,com_frontpage/Itemid,1/limit,13/limitstart,117/
As manhãs...
Todos os dias oiço o alarme a tocar 10x antes de me levantar… Espero até que a minha mulher se levante e entre no duche para me levantar, faço a barba e troco de lugar com ela no duche.
Todos os dias saio do wc, visto-me e ajudo a arrumar o quarto, desço, ponho a mesa para o pequeno almoço, tiro o carro da garagem, como (pão/cereais), arrumo e saio. Todos os dias ligo o alarme, saio, volto a entrar e a sair (esqueço-me sempre de qualquer coisa, ou isso, ou aquela dúvida: - Será que…??).
Depois de estar fora do portão, dirijo para a estação dos comboios, procuro um lugar para o carro, ando até à estação, mas não sem antes ver um comboio partir, o que supostamente devia ter apanhado!, e sigo calmamente na certeza de que apanho o outro…
Chego aos comboios, vejo pessoas… Algumas já conhecidas de todos os dias que andam nos mesmos trajectos que eu, outras diferentes…
“Embarco” no comboio, mas não sem NUNCA antes levar um encontrão de alguém! (é curioso a fúria que as pessoas têm para entrar nos comboios/metros parece que não percebem que estando ali, ninguém vai a lado nenhum sem que estejam todos dentro! Haviam de explicar que existem controladores de portas atentos a isso, ou mesmo que não os existam, existem espelhos, câmaras para garantir o mesmo! - bom feito o reparo…)
…Nas vezes que consigo sentar-me, quase sempre porque faço o esforço por ir fora da grande rush hour (muito perto das 9AM) acontece 1 de 2 coisas:
- Consigo um lugar de dentro: ponho-me a ler descansadinho e alheio a tud
o
- Apenas tenho um lugar de fora: ponho-me a ler, mas em cada paragem, ou mesmo durante o trajecto tenho de aguentar os/as gordos/as que não percebem o fundamento do corredor central, é para andar no centro, sem necessidade de roçar nas pessoas que estão sentadas, será que é assim tão complicado?? É com sacos, malas, casacos… TUDO!! Bolas!!
Assim que chego à minha estação espero que todos os apressados em sair o façam… Tipicamente sou o último a sair da carruagem, poupa-me imenso:
- Não tenho de aguentar os empurrões, de trás, de um lado, do outro… nas escadas… na saída… Uffff
- Não tenho de estar à espera dos que têm de pedir autorização a cada membro do corpo para se deslocarem…
Saio da estação… um pensamento que me assola sempre… “Como detesto transportes públicos…”
Mas ultrapassado esse preconceito ponho-me a caminho, tenho de andar todos os dias 1Km, o meu Km preferido em todo o trajecto…
(continua depois) Até!!
Foto de: http://www5.worldisround.com/photos/9/426/561.jpg
Todos os dias saio do wc, visto-me e ajudo a arrumar o quarto, desço, ponho a mesa para o pequeno almoço, tiro o carro da garagem, como (pão/cereais), arrumo e saio. Todos os dias ligo o alarme, saio, volto a entrar e a sair (esqueço-me sempre de qualquer coisa, ou isso, ou aquela dúvida: - Será que…??).
Depois de estar fora do portão, dirijo para a estação dos comboios, procuro um lugar para o carro, ando até à estação, mas não sem antes ver um comboio partir, o que supostamente devia ter apanhado!, e sigo calmamente na certeza de que apanho o outro…
Chego aos comboios, vejo pessoas… Algumas já conhecidas de todos os dias que andam nos mesmos trajectos que eu, outras diferentes…
“Embarco” no comboio, mas não sem NUNCA antes levar um encontrão de alguém! (é curioso a fúria que as pessoas têm para entrar nos comboios/metros parece que não percebem que estando ali, ninguém vai a lado nenhum sem que estejam todos dentro! Haviam de explicar que existem controladores de portas atentos a isso, ou mesmo que não os existam, existem espelhos, câmaras para garantir o mesmo! - bom feito o reparo…)
…Nas vezes que consigo sentar-me, quase sempre porque faço o esforço por ir fora da grande rush hour (muito perto das 9AM) acontece 1 de 2 coisas:
- Consigo um lugar de dentro: ponho-me a ler descansadinho e alheio a tud
o- Apenas tenho um lugar de fora: ponho-me a ler, mas em cada paragem, ou mesmo durante o trajecto tenho de aguentar os/as gordos/as que não percebem o fundamento do corredor central, é para andar no centro, sem necessidade de roçar nas pessoas que estão sentadas, será que é assim tão complicado?? É com sacos, malas, casacos… TUDO!! Bolas!!
Assim que chego à minha estação espero que todos os apressados em sair o façam… Tipicamente sou o último a sair da carruagem, poupa-me imenso:
- Não tenho de aguentar os empurrões, de trás, de um lado, do outro… nas escadas… na saída… Uffff
- Não tenho de estar à espera dos que têm de pedir autorização a cada membro do corpo para se deslocarem…
Saio da estação… um pensamento que me assola sempre… “Como detesto transportes públicos…”
Mas ultrapassado esse preconceito ponho-me a caminho, tenho de andar todos os dias 1Km, o meu Km preferido em todo o trajecto…
(continua depois) Até!!
Foto de: http://www5.worldisround.com/photos/9/426/561.jpg
terça-feira, 17 de abril de 2007
Desejo...
Há uns anos atrás tinha iniciado um pequeno livro com o mesmo objectivo deste blog, por isso lembrei-me que poderia mostrar alguns desses textos que foram altamente influenciados pelo estado de espírito que tinha na altura em que os escrevi. Aqui vai…
Palavra tão singela que pode ser aplicada de forma tão inocente como quando pronunciada por uma criança, mas tão dúbia como tantas outras quando dita por um adulto.
Sentimento, vontade, cobiça, apetite...
Sinónimos que bem ludibriados dão numa mistura explosiva capaz de receber as maiores e piores sentenças, sejam elas terrenas ou não!
Mas que interessa, afinal é bom desejar, símbolo de que se sonha, de que se pára para pensar e decidir o que se quer: um objecto, uma companhia, uma mulher...
Desejo é um pensamento eterno, uma característica da natureza humana, é algo incontrolável que todos querem, que todos ambicionam, mas que apenas só alguns concretizam, alguns realizam de forma divina e sábia.
É algo contraditório, até porque, às vezes, quem mais deseja menos alcança... Será justo? Talvez sim, talvez não. Isto é, se por vezes é correcto que aconteça, outras há que não se devia realizar, até porque nem sempre o que se deseja é bom, nem mesmo para nós próprios!Mas considero que, apesar de tudo, os nossos desejos devem ser fieis, a nós próprios e aos que amamos, porque senão, de que vale a pena desejar?
Até!!
Palavra tão singela que pode ser aplicada de forma tão inocente como quando pronunciada por uma criança, mas tão dúbia como tantas outras quando dita por um adulto.
Sentimento, vontade, cobiça, apetite...
Sinónimos que bem ludibriados dão numa mistura explosiva capaz de receber as maiores e piores sentenças, sejam elas terrenas ou não!
Mas que interessa, afinal é bom desejar, símbolo de que se sonha, de que se pára para pensar e decidir o que se quer: um objecto, uma companhia, uma mulher...
Desejo é um pensamento eterno, uma característica da natureza humana, é algo incontrolável que todos querem, que todos ambicionam, mas que apenas só alguns concretizam, alguns realizam de forma divina e sábia.
É algo contraditório, até porque, às vezes, quem mais deseja menos alcança... Será justo? Talvez sim, talvez não. Isto é, se por vezes é correcto que aconteça, outras há que não se devia realizar, até porque nem sempre o que se deseja é bom, nem mesmo para nós próprios!Mas considero que, apesar de tudo, os nossos desejos devem ser fieis, a nós próprios e aos que amamos, porque senão, de que vale a pena desejar?
Até!!
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Decisões...
A tomada de decisões é, de facto, uma temática complexa! Elas influenciam a visão que os outros têm sobre nós, muito embora, às vezes, isso é o que menos interessa, mas será que isso é independente das pessoas?
Acho que não, sobretudo quando diz respeito à nossa familia! A familia é algo que gostamos de ter em harmonia, com comportamentos calorosos que se traduzem em boa vontade de estar! Preservamos as relações porque são os que amamos...
Mas o inevitável acontece e embora tenhamos a maior das dedicações e a maior das satisfações em partilhar, é natural do humano magoar os outros. Acontece!
Não que se deva ficar estáticos a ver o que acontece, mas quando se está cansado de como as coisas correm, o que fazer? Deixamos de ser protagonistas para sermos figurantes de uma acção que nos envolve e da qual deixamos de ter total controle, porque... simplesmente... estamo-nos nas tintas para o que acontece a seguir...
A certeza, porém é de que uma escalada com o perigo e envolvência do Monte Everest vem ai! (risos) mas é inútil lutar, porque como se sobe, vai-se ter de descer... é apenas uma questão de saber – para quantos dias se levou os mantimentos :-) – para sabermos que o que se segue é um perigoso e moroso caminho que pode colocar tudo em risco... (onde estou a querer chegar com o exemplo???)
A questão é e julgo que todos nós experimentamos este efeito! As decisões são tomadas, nem sempre as melhores, mas o que acontece a seguir é um jogo de poder entre as emoções e o respeito que temos em nós próprios. Sairemos vitoriosos se conseguirmos conjugar as duas, destroçados se apelarmos descontroladamente por uma.
Vou dizer a verdade (!), eu apelo quase sempre ao respeito por mim! Gosto de me sentir coerente, contra tudo e todos, magoe que magoar, custe-me o que me custar... defeito ou virtude? Não tenho a certeza, acho que é mesmo FEITIO!!! Mas a verdade é que não há receita, porque é um jogo perigoso...
Porque se bem que consigo encontrar palavras para três resultados, um deles é um grande “question mark”! e o que sucederá poderá ser bem complicado de resolver (ou não!).
Mas o que tento transmitir é... Decisões... pufff! Só servem para nos tramar... Até!!
Acho que não, sobretudo quando diz respeito à nossa familia! A familia é algo que gostamos de ter em harmonia, com comportamentos calorosos que se traduzem em boa vontade de estar! Preservamos as relações porque são os que amamos...
Mas o inevitável acontece e embora tenhamos a maior das dedicações e a maior das satisfações em partilhar, é natural do humano magoar os outros. Acontece!
Não que se deva ficar estáticos a ver o que acontece, mas quando se está cansado de como as coisas correm, o que fazer? Deixamos de ser protagonistas para sermos figurantes de uma acção que nos envolve e da qual deixamos de ter total controle, porque... simplesmente... estamo-nos nas tintas para o que acontece a seguir...
A certeza, porém é de que uma escalada com o perigo e envolvência do Monte Everest vem ai! (risos) mas é inútil lutar, porque como se sobe, vai-se ter de descer... é apenas uma questão de saber – para quantos dias se levou os mantimentos :-) – para sabermos que o que se segue é um perigoso e moroso caminho que pode colocar tudo em risco... (onde estou a querer chegar com o exemplo???)
A questão é e julgo que todos nós experimentamos este efeito! As decisões são tomadas, nem sempre as melhores, mas o que acontece a seguir é um jogo de poder entre as emoções e o respeito que temos em nós próprios. Sairemos vitoriosos se conseguirmos conjugar as duas, destroçados se apelarmos descontroladamente por uma.
Vou dizer a verdade (!), eu apelo quase sempre ao respeito por mim! Gosto de me sentir coerente, contra tudo e todos, magoe que magoar, custe-me o que me custar... defeito ou virtude? Não tenho a certeza, acho que é mesmo FEITIO!!! Mas a verdade é que não há receita, porque é um jogo perigoso...

Porque se bem que consigo encontrar palavras para três resultados, um deles é um grande “question mark”! e o que sucederá poderá ser bem complicado de resolver (ou não!).
Mas o que tento transmitir é... Decisões... pufff! Só servem para nos tramar... Até!!
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Tudo começa
Bom na verdade é o começo de um projecto que pretendo levar para a frente. Uma pretensão nem sempre fácil - manter um blog activo (e com interesse)...
Mas na roda da vida nem sempre temos tempo... para nós! Para estarmos... sozinhos... e pensarmos no que queremos, no que somos, quem amamos...
É um impulso que quero que seja gratificante para mim mesmo... (desculpem-me o egocentrismo) mas é isso mesmo.
Quero que antes de mais seja um blog meu, para mim... Mas com uma disposição bestial para partilhar com todos os que por aqui passem.
Com orgulho por hoje me despeço... até!!
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